13
abr

Vaga para estágio desenvolvedor em wordpress

13 de abril de 2012

Programação em wordpress

Marco7 Comunicação Interativa / Programação

Descrição

Contrato estagiário para atuar na área de programação, que tenha conhecimento de wordpress.

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07
out

Redes sociais devem movimentar US$ 5,54bi com anúncios em 2011 no mundo

07 de outubro de 2011

O mercado de publicidade em redes sociais deve movimentar 5,54 bilhões de dólares este ano em todo o mundo, segundo uma nova estimativa da eMarketer. Os Estados Unidos devem representar quase metade do total, com 2,74 bilhões de dólares provenientes deste mercado.

Apesar da receita está crescendo sustentavelmente na casa de dois dígitos nos Estados Unidos, a eMarketer prevê que os gastos com publicidade em redes sociais nos mercados internacionais devem aumentar a diferença ao longo dos anos. Por exemplo, em 2013, as receitas com estes anúncios devem representar 51,9% do total, chegando a quase 10 bilhões de dólares em todo o mundo. Nos EUA, as redes sociais arrecadarão 4,81 bilhões de dólares com publicidade naquele ano.

A eMarketer também prevê, sem surpresas, que a maior parte dos investimentos tem como destino o Facebook, enquanto uma parcela inferior deve escolher o Twitter e outras redes sociais. Outra previsão da eMarketer estima que o LinkedIn deve concentrar aproximadamente 3% das receitas publicitárias este ano em todo o mundo, faturando cerca de 140,8 milhões dólares. O site mais que triplicou suas receitas com anúncios em um período de dois anos, apesar de seu crescimento ser pequeno.

O estudo mostra que as verbas destinadas para anúncios em redes sociais têm ganhado cada vez mais representatividade no total destinado para o marketing digital. Este ano, as redes sociais devem atrair 8,8% de todas as receitas com anúncios online no mundo e 6,9% nos Estados Unidos. Em 2013, as receitas com anúncios em redes sociais devem representar 11,7% de todos os gastos com publicidade on-line nos EUA e 9,4% em todo o mundo.

Fonte:http://ht.ly/6Q05D

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07
out

O que podemos esperar da internet para 2012?

07 de outubro de 2011

Esse ano até que demorou um pouco, mas enfim começaram as divulgações e, porque não dizer, as divagações sobre o futuro da tecnologia e as tendências para o ano de 2012. A CEO da consultoria de estratégia digital Webbmedia Group, Ammy Webb, analisou e fez as principais previsões durante a convenção ONA 2011 (Online News Association).
Um dos pontos principais citados pela consultora é o refinamento dos resultados de busca. Precisão é a palavra do momento e Ammy elencou três sites: Helioid (buscas categorizadas por temas), Twylah (busca para resultados do Twitter) e Greplin (busca especializada em redes sociais).

 

No sistema de tópicos, a consultora garante que a organização de informações por temas tornará mais fácil a produção de conteúdos, onde serão valorizados os sites de perguntas e respostas onde os usuários colaboram para aumentar e editar todos os conteúdos.
O Google+ aparece como principal ferramenta para agrupar em círculos virtuais os amigos. A plataforma aparece como uma tentativa do Google, principal buscador do mundo digital, em competir com o Facebook. Os sites que possibilitam a teleconferência gratuita também terão uma exposição maior que a de hoje em dia. Ammy lembra das redes sociais de proximidade. Uma tendência que se deriva do serviço de geolocalização Foursquare e facilita o encontro de pessoas que estão em um mesmo lugar ou próximas geograficamente.
Para a consultora o webbface é o aplicativo que marcou o ano de 2011. Ele reconhece os rostos através de fotografias. Essa tecnologia será utilizada, por exemplo, para ajudar a polícia durante a Copa do Mundo de 2014.
As anotações digitais também passarão a ganhar espaço no próximo ano. Como, por exemplo, a caneta que captura e registra textos, áudios e desenhos e/ou um programa que pode fotografar um texto e transformá-lo em documento para edição na tela do computador.
Uma das novas tendências citadas por Ammy e que demonstra ser uma das novas tecnologias que mais mudará a forma de se interagir pela internet será a interface gestual. Ao contrário do sistema touchscreen, esse não depende de telas. Os comandos são feitos com os movimentos das mãos no espaço. E isso não é fantasia ou projeções longínquas, já que a Apple trabalha atualmente com esta tecnologia.
Com todos esses assuntos elencados, fica cada vez mais claro e evidente que as redes sociais, de busca e aplicativos de última geração terão o espaço necessário para expandir e fechar o próximo ano com novas empresas aparecendo como as novas sensações da internet. Ao contrário do que aconteceu nos últimos anos, aonde Google, YouTube, Facebook e Twitter praticamente monopolizaram a internet com campanhas de marketing digital pesadas e bem feitas. Novos horizontes e oportunidades estão por vir.
Por isso ressalto a importância de links building, como “consórcio porto” e “consórcio porto seguro”. É preciso de uma campanha de links patrocinados muito bem feita, como recentemente o case de sucesso, o hotel Leão da Montanha, com as palavras “hotéis em Campos do Jordão” e “Campos do Jordão hotéis”, para estar sempre em evidência e aparecendo entre os principais temas e assuntos nessas redes sociais. Pense nisso!
Por Fábio Grinberg, especialista em marketing digital e no desenvolvimento tecnológico de marketing para empresas. É proprietário da Mr. Grin e presidente da Top Google.

Fonte:http://ht.ly/6Q0CA

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22
set

As mídias sociais bombam no Brasil

22 de setembro de 2011

O boom das mídias sociais no Brasil

Milhões se logam todos os dias para compartilhar em suas contas, com o maior crescimento do mundo em usuários do Facebook.

 

O Brasil está se tornando rapidamente um dos mais ávidos consumidores mundiais de mídias sociais.

Dos estimados 75 milhões de usuários de internet do país, 23% usam o microblog Twitter regularmente, a maior penetração de qualquer lugar do mundo.

Em fevereiro deste ano, o Brasil tinha 10 milhões de usuários do Facebook. Hoje, são 23 milhões de usuários. A rede está crescendo mais rapidamente no Brasil que em qualquer outro país.

Ainda assim, embora a economia brasileira experimente um boom, a porcentagem da população total com acesso à internet é de menos de 40%.

Isso é mais que a média mundial, mas consideravelmente menos que na maior parte dos países da Europa e da Ásia.

 

Fonte:http://www.viomundo.com.br/politica/al-jazeera-as-midias-sociais-bombam-no-brasil.html

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20
set

TECNOTURIS 2011 – O saber na mídias sociais

20 de setembro de 2011

Consultor, formado em Química Industrial, pela Faculdade Oswaldo Cruz, com pós-graduação em Marketing e Publicidade, pela ESPM e experiência de 18 anos no mercado da Tecnologia da Informação o consultor Marcelo Molnar foi o responsável por abrir o segundo dia de palestras do Tecnoturis – Tecnologia Aplicada ao Turismo, uma realização do Brasilturis Jornal que este ano chega a sua segunda edição.

Atualmente atuando como diretor da “Todo Ouvidos”, empresa associada à BoxNet, no desenvolvimento de métricas, e análises das relações entre as mídias tradicionais e as redes sociais, o executivo abordou as mídias sociais em sua apresentação.

“Hoje em dia não precisamos nos apresentar mais, é só acessar a internet e descobrir tudo sobre todo mundo. E se alguma coisa nos chama atenção, ou nos marca nós lembramos, vide o fato de o 11 de setembro ser algo lembrado por muitos e coisas cotidianas nem sempre nos são lembradas”, comentou ao iniciar sua fala.

De acordo com o consultor, para muitos as redes sociais não serve para nada, mas a verdade é que cada vez mais pessoas se rendem a elas. “A midia aborda assuntos que depois na mídia social são trabalhados de outra maneira. É preciso olhar estes dois mundos para saber como nos monitorar nas redes sociais”, disse.

“Um avanço tecnológico e as coisas se misturam. Hoje em dia o conteúdo, a notícia e a informação transitam por múltiplos canais, e nem sempre lembramos o canal onde as vimos. Este avanço também possibilitou novos compartamentos e criou conceitos abrangentes, onde dividimos a mídia em três grandes grupos: mídia paga, mídia proprietária e mídia ganha”, explanou.

O impacto das redes sociais

Para o executivo, dentro das mídia sociais é mais fácil envolver as pessoas, é mais espontâneo e menos frio. “As redes sociais acabam estimulando que as pessoas se tornassem formadores de opinião, que contaminem a opinião de outros através de seus pontos de vista. E este mundo precisa ser melhor compreendido pelas empresas”, afirmou.

“As redes sociais funcionam como caixas de ressonância de nossos sentimentos e opiniões. As pessoas respondem aquilo que faz sentido na cabeça delas, e não da forma que elas realmente pensam”, disse.

Molnar acredita que o ser humano conclui coisas sem nem saber o que o outro irá falar. “Quando não se tem informação a gente cria, a gente vai inventando. Criamos histórias que nos fazem sentinto, e isso é um grande problema. E ai que está, já que falar com você não significa que esta se falando de você. É preciso aprender a ouvir, não é em todo momento que as intervenções são positivas”, comentou.

A curiosidade é outro ponto listado pelo consultor, que é muito encontrado nas redes sociais, assim como a crueldade e que para ele “é preciso aprender a lidar com estes pontos”, assim como o cyber bullying e o sextying. “O prazer da fofoca é duplo, quando se conta e quando se fica sabendo, e este é outro fator que ocorre constantemente nas redes sociais, assim como a impulsividade”, disse.

“As redes sociais possibilitam fechar o ciclo de informação. Usamos as mesmas palavras para falar coisas distintas. Muito do que se fala nas mídias sociais vai para a mídia tradicional, e muito do que é notícia na mídia tradicional, ganha outras proporções nas redes sociais”, concluiu.

Fonte:http://www.brasilturis.com.br/canal_materia.neo?Materia=26393

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set

Internet Wi-fi de graça na Capital do País

17 de setembro de 2011

O Estádio Nacional de Brasília, o Parque da Cidade e a Rodoviária do Plano Piloto são as primeiras áreas do Distrito Federal a receber internet Wi-Fi gratuita, a tecnologia de conectividade em banda larga sem fio.

A novidade foi anunciada no final da manhã de hoje pelo governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, juntamente com o secretário de Ciência e Tecnologia, Gastão Ramos. Em visita aos grafiteiros que estão pintando os tapumes do Estádio Nacional, Agnelo Queiroz convidou jornalistas, internautas e artistas a “tuitarem” e aproveitarem a facilidade. A novidade faz parte das comemorações pelos mil dias para a Copa do Mundo de 2014.

“Seremos a primeira capital das américas com cobertura total em banda larga. A nossa Wi-Fi, que se chama Conecta DF, tem como objetivo atingir todo o Distrito Federal até a Copa do Mundo de 2014, ou até antes”, revelou o governador. “Nosso objetivo é democratizar o acesso de toda a população à internet rápida”.

Em fase de testes, a Conecta DF tem velocidade de 2G (gigabytes) e, para o secretário de Ciência e Tecnologia, Gastão Ramos, é uma saída para o abismo e o analfabetismo digital. “Os jovens poderão acessar a internet para fazer seus trabalhos e pesquisas escolares. É o filho do rico e do pobre nas mesmas condições”, destacou. Após a área central de Brasília, o Plano Piloto e mais outras três cidades contarão com a facilidade. As cidades serão escolhidas em breve, dentre as mais carentes do Distrito Federal.

Grafiteiros – Desde quarta-feira, cerca de 100 grafiteiros participam da pintura dos tapumes do Estádio Nacional. Divididos em 20 grupos de cinco para preencher mais de 1,2 mil metros de muro, cada artista, que faz parte da Centra Única de Favelas do DF (Cufa), ganhou 65 latas de spray para criar obras ligadas ao evento futebolístico.
Quando o estádio estiver quase pronto, os tapumes serão retirados. Mas não serão jogados fora. Eles aparecerão em exposições e serão fotografados para virar postais distribuídos em locais públicos. A iniciativa Grafite na Capital da Copa, criada pelo GDF em parceria com a Cufa, vai além da arte. Busca o reconhecimento do grafite, antes visto como pintura marginal. A cada grupo de grafiteiros, foram cedidos 50 metros de tapume para a pintura.
Também estiveram presentes no lançamento os secretários de Esporte, Célio René Trindade; de Turismo, Luis Otávio Neves; de Publicidade, Abimael Nunes; de Cultura, Hamilton Pereira; executivo do Comitê Organizador Brasília 2014, Cláudio Monteiro; de Comunicação, Samanta Sallum; e adjunta de Comunicação, Mariana Ramos.

Fonte: GDF

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15
set

Você é social?

15 de setembro de 2011

O termo “MÍDIA SOCIAL” é um jargão que significa “MEIO SOCIAL VIRTUAL”.

A palavra MEIO, que significa MEDIA, mas se fala MÍDIA em inglês, foi popularizada pelos próprios MEIOS de comunicação para significar o ambiente ou o círculo. Bem, pelo menos eu nunca ouvi falar “mídia de comunicação”.

A utilização de MEIOS eletrônicos como a Internet contribui na construção de relacionamentos interativos. As pessoas interagem virtualmente conversando, trocando fotos, vídeos e toda sorte de MÍDIA.

As Mídias Sociais são então, um conjunto de sites com focos específicos (trabalho, ciência, política, futebol) ou genéricos, como os “chats”, mais uma palavra em inglês para significar a gíria “bate-papo”.

As Redes Sociais representam uma categoria dentro das Mídias Sociais. Uma Rede Social busca, em geral, determinar um foco ou região, por exemplo, “Notícias de Maringá” ou “Futebol em Foco”. Isto pode acontecer pela proposta em si, ou pode acontecer naturalmente de acordo com as tendências.

Diferentemente da rede social virtual, portanto, a rede de contatos tradicional encontra vários separadores como região geográfica, status social e econômico, etnia, religião entre outros. Enquanto que as redes sociais virtuais são organizadas, inteligentes, independentes e ligam pessoas com as mesmas afinidades. E quando as pessoas têm mais de uma afinidade, é fácil, elas se associam a mais de uma rede e pronto.

O mais importante de tudo, é que se criou na rede de computadores, um ambiente adequado de comunicação de TODOS para TODOS!

O Ser humano é o Ser mais social da natureza e as ferramentas digitais chegaram para popularizar e para potencializar a socialização. Isto acontece porque a socialização depende da comunicação e as ferramentas digitais são facilitadores da comunicação.

Quer conhecer algumas? ai vai:

Sabemos que as redes tradicionais são caras e antiecológicas, pois precisamos, por exemplo, nos deslocar de um ponto ao outro, enquanto que as redes sociais virtuais são baratas e sem limites físicos. Mas devemos cuidar muito, pois hoje em dia, para algumas pessoas, esta interação virtual corre o risco de ser maior que a pessoal.

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15
set

As mídias socias podem melhorar os serviços ao consumidor

15 de setembro de 2011

A Rede social mudou a cara de muitas funções dentro de uma organização, entretanto, nenhum impacto foi maior do que para os serviços de atendimento ao consumidor e help desk – para ambos, consumidores internos e externos. Companhias podem utilizar a influencia e a capacidade das mídias sociais para fornecer ajuda aos consumidores e funcionários, além do mais, a plataforma aberta fornece fórum para qualquer um com experiência pesar – e qualquer um com problema semelhante adquirir conhecimento. Mas integrando mídias sociais dentro da estratégia do serviço ao consumidor das organizações deve ser mais do que, pular questionários na tela do facebook para que o usuário responda uma ou duas questões agora e depois.

“Agradeço as mídias sociais, hoje os consumidores tem voz como nunca tiveram antes” disse Laura Thomas, Consultora Sênior de Comunicação e Marketing da Dell. “No passado, quando os consumidores queriam discutir um produto ou serviço, eles tinham que discar no call center e seus problemas eram discutidos a portas fechadas. Somente o consumidor e a companhia poderiam ouvir as queixas ou elogios. Agora, esses problemas são dispostos publicamente para potencialmente aumentar a audiência e compradores. Na Dell, continuamos dependendo dos números dos canais tradicionais para serviços de help desk, mas cada vez mais estamos olhando para as mídias sociais e se engajando ativamente com nossos consumidores para assegurar que estão tento uma boa experiência com a gente”.

Kate Leggett, analista sênior da Forrester, disse que é importante para as organizações entenderem o que os canais de comunicação com o consumidor querem para interagir, e, a partir disso, desenvolver modelos de serviços nas mídias sociais. Por exemplo, uma vez estabelecido que o Facebook é o meio certo para colaborar com seus clientes, você também pode oferecer serviço ao consumidor a partir de uma tela separada, na própria página do Facebook ou apenas ouvir os comentários e se engajar para atender aos consumidores que precisam de ajuda”.

Leggett adicionou que não existe jeito certo de configurar o serviço de atendimento ao consumidor para o cliente nas mídias sociais, porém tem alguns princípios básicos que as companhias devem seguir. Por exemplo, se você decidir usar a influência do Facebook, “Tenha certeza de que o serviço ao cliente está diretamente ligado com o que a companhia oferece no site, e, tenha certeza de que está seguindo o mesmo processo para indagações encaminhadas por meio do Facebook, assim como você oferece no site, dessa forma, o Facebook não vai parecer a porta dos fundos do serviço ao consumidor da organização”

Mídias sociais podem proporcionar dados importantes dos problemas que os consumidores estão enfrentando com maior freqüência, assim como os produtos que eles gostariam de mudar (e como) – mas apenas se você for capaz de ouvir.
Thomas da Dell, disse que a companhia descobriu que escutar e se envolver com os clientes, via mídias sociais, pode diretamente resultar na melhora dos pontos de satisfação ao consumidor, métricas de lealdade do cliente e da marca.

“No último dezembro, nós abrimos as portas para o nosso “Comando Central de Escuta das Mídias Sociais”, que nos permitiu monitorar mais de 22.000 relatos postados diariamente referentes a Dell, assim como as menções no Twitter usando a ferramenta analytics tool Radian 6” disse. “Assim que lançamos, nós vimos um significando declínio nos comentários negativos sobre os produtos e serviços – provando que a habilidade de ouvir e responder instantaneamente é um investimento inteligente para o futuro de qualquer companhia e um meio de continuar melhorando os negócios e o relacionamento com o consumidor”.

Adam mason, diretor de serviços ao cliente na Loyola Marymount University, em Los Angeles, além de lidar com todo o suporte de primeira linha para professores e funcionários do campus, e trabalhar com o grupo que fornecer suporte aos estudantes.

Mason disse que a universidade tem usado o Yammer para comunicação interna e atualmente está usando os serviços de TI social ServiceNow, experimentando como a plataforma pode promover a comunicação com outros grupos de forma mais transparente.

Loyola Marymount não está usando ativamente a mídia social pública para fornecer serviços ao consumidor, mas Mason disse que deseja adotar a plataforma e seguir em frente: “Isso é o que os estudantes desejam ser” disse. “Eles não vão estar em nossos sistemas de e-mail interno; eles não vão estar em seus celulares dizendo: “O projetor não está funcionando na sala”, ou “algo cheira mal”, ou “Eu realmente amo este professor” E, honestamente, se não estão prestando atenção, eles vão dizer de qualquer maneira e nós vamos perdê-los.

De fato, “perde-los” pode custar o dinheiro da sua companhia e consumidores em potencial se as questões preocupantes não estiverem de acordo com o tempo hábil. Além do mais, com as mídias sociais, não é penas uma única pessoa que vê que quando a questão não é respondida; qualquer um que segue a página ou é fã da companhia pode ver.

Para encerrar, fornecer serviços de atendimento ao cliente via mídias sociais requer muito mais do que responder questões. Organizações vão ter que desenvolver a dedicada presença, assim como um plano para responder questões ao vivo, descobrir como acalmar os ânimos publicamente, e o que fazer offiline e como.

“A chave é incorporá-la ao longo de cada faceta da organização – das vendas ao marketing da engenharia ao serviço ao consumidor do RH ao financeiro” disse Thomas da Dell. “Assim que houver necessidade das mídias sociais se espalharem em todos os aspectos do negócio, será necessário centralizar os processos para responder aos consumidores e um time dedicado a isso. Inicialmente a Dell tem mais de 20 funcionários com contas no Twitter, nem todas são efetivas. Assim que tivemos um número de funcionários focados no Twitter, estaremos prontos para responder as questões e direcionar os problemas ou elogio dos consumidores aos departamentos adequados, não será uma forma eficiente de usar o tempo, nem o melhor jeito de solucionar problemas”.

Leggett adicionou que inicialmente a companhia deve responder a um inquérito publicamente, mas as melhores práticas são: não começar a conversa com os consumidores offline, sempre que for possível, envolver o cliente via mensagens diretas ou canais que são mais apropriados para fornecer ajuda estendida, como chat, telefone ou e-mail. “Nem todos os serviços ao consumidor podem ser efetuados em 140 caracteres” concluiu.

Fonte: Information week.

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15
set

O crescimento das mídias sociais em 2011

15 de setembro de 2011

Este infográfico, publicado pela Search Engine Journal, mostra claramente a curva acentuada da taxa de crescimento demográfico dos usuários em todas as faixas etárias. Ainda acha que mídia social  é uma moda passageira? O crescimento das mídias sociais tem sido mais meteórico do que qualquer fenômeno digital, com excepção, talvez, dos dispositivos móveis. Abaixo algumas estatísticas impressionantes, que abrangem a maior parte dos dados demográficos das mais populares redes sociais.

Fonte: http://www.proxxima.com.br/

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06
set

Site de pequenas e médias empresas ajudam a fazer negócios

06 de setembro de 2011

Seja do tamanho que for, toda empresa precisa de projeção no mercado. Para as empresas de pequeno e médio porte, parece que a internet tem sido o campo mais democrático para investir na sua imagem e criar um relacionamento com os seus futuros clientes. Dados divulgados recentemente pelo Google apontam que cerca de 60% das pequenas e médias empresas latino-americanas que administram um site próprio se servem das possibilidades oferecidas pela internet para fazer propaganda de seu trabalho empresarial.

O Ki Doguinho, do ramo de fast food, aproveita sua presença na web para popularizar a marca e manter a conexão com o consumidor. De acordo com Ingrid Santiago, gerente de marketing da empresa, esse tipo de trabalho é mais direto e sem dúvida é condizente com a realidade financeira de uma empresa de médio porte: “Com esse tipo de mídia podemos estreitar o relacionamento, conseguindo assim um feedback muito mais rápido, agilizando todo o processo.”

Além disso, por se tratar de um campo neutro e muito dependente da vontade do usuário, a internet possibilita que empresas de menor porte também tenham seu espaço, pois o trabalho depende do interesse que isso desperta no consumidor. “É importante ter uma boa estratégia com foco na interação de seus usuários e mostrar que se importa com eles”

Rede social é campo para profissionais

Para Celso Fortes, dono da agência web Novos Elementos, o mercado da internet é muito abrangente e o uso das redes sociais é muito válido, pois permite estabelecer laços com o consumidor. Na opinião de Celso, o empresário precisa ficar atento a empresas com profissionais qualificados para tal função. Como o monitoramento de mídias sociais é muito recente em todo o mundo, é preciso saber escolher empresas com bastante critério: “Existem profissionais que estão querendo aprender, mas ao mesmo tempo tem uma nova geração que tem isso no DNA”, afirma Celso.

Segundo o diretor de criação, a empresa que se interessa em ingressar nesse setor deve analisar e entender o comportamento do consumidor dos produtos e serviços da empresa e afirma que esse profissional precisa estabelecer um relacionamento mais próximo entre cliente e empresa. “Tudo isso para em caso de uma possível crise atuar na solução mais rápida do problema” conclui.

Fonte:Jornal do Brasil

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