16
jun

Sem doações de empresas, eleições devem ampliar guerrilha anônima na rede

16 de junho de 2016

A proibição de doações de pessoas jurídicas a campanhas, que passará pelo seu primeiro teste nas eleições municipais deste ano, tem potencial para contribuir com a mudança no cenário político brasileiro, diminuindo a influência de grandes empresas que, na prática, “contratavam” políticos através de polpudos financiamentos. Boa parte dos escândalos de corrupção no país nasceram dessa relação de luxúria e lascívia, sem medo de dar beijo na boca e deixar marcas no pescoço, entre corporações e seus candidatos. Ou seja, há uma boa expectativa para a medida decidida pelo Supremo Tribunal Federal no ano passado.

Mas há um efeito colateral que não vem sendo discutido, mas poderá ter uma influência central. Com a proibição de financiamento direto, candidaturas devem combinar com empresas interessadas em apoia-las para que arquem com serviços digitais de construção e desconstrução de reputações via internet. Esses serviços tiveram um papel importante nas últimas eleições gerais de 2014 com a transformação da rede em palco de batalha em que a “verdade” caiu morta.

Há empresas que atuam na construção de reputações que devem continuar sendo contratadas diretamente pelas campanhas. De acordo com o proprietário de uma delas com quem conversei, o custo benefício de sua atuação é maior que o de propagandas na TV. Vale lembrar que o teto para gastos eleitorais será de 70% da campanha mais cara para o mesmo cargo em 2012 ou de 50% – no caso das cidades com segundo turno.

Mas doadores pessoa jurídica também podem vir a bancar os custos de empresas que façam esse trabalho de construção e também o de desconstrução da reputação de um candidato adversário. Por ser feito nas sombras, não ter custos expressivos e nem passar pela campanha e seus representantes, esse financiamento pode ser invisível à análise das contas de campanha pelo poder público. Seria uma espécie de “Caixa 3″.

Mesmo que o Ministério Público e a polícia tivessem aumentada sua capacidade de investigação em crimes cibernéticos para que “fazendas” de perfis falsos que cometam crimes digitais possam ser identificadas e, com elas, punir o financiamento indireto de campanha, os grupos profissionais que prestam esse tipo de serviço estão sempre na vanguarda tecnológica e não são pegos facilmente.

O rastreamento de um perfil falso nem sempre é simples. Muitas vezes, atuam via acesso remoto – através de seus computadores, eles se conectam a uma máquina virtual que está em outro país (normalmente que não possui legislação para liberação de informações compatível com as leis brasileiras). Nada fica registrado no terminal por aqui, garantindo segurança e anonimato. Opta-se também por utilizar sistemas que interpõem dezenas de roteadores ao servidor de origem. Ou seja, mesmo que consigam descobrir o servidor de postagem, ele não é o que foi utilizado realmente pelo operador.

Ao contrário do que se pensa, os trolls raivosos que babam e cometem ignomínias são uma parte pequena e boba desse processo. Os profissionais não ficam atacando loucamente o adversário, mas são guiados por pesquisas comportamentais e pela análise da estratificação da população, desenvolvem equipes de “semeadores de ideias” para atingir os eleitores e usam softwares capazes de detectar a difusão de opinião na web, para agir imediatamente, barrando o que é ruim e promovendo o que é bom.

Atuando com base em mapeamentos digitais das páginas que tratam de política, sejam elas de veículos jornalísticos, pessoas ou instituições, e do comportamento delas, os profissionais dessas empresas se conectam a essas páginas e a listas de discussão, debatendo – de forma racional ou emotiva – e influenciando o voto.

Desde as eleições de 2014, tenho acompanhado esse tema e conversado com profissionais dessa área. É um mundo à parte, ao qual a maioria de nós nem imagina existir.

Há todo tipo de empresa de consultoria digital que presta esse tipo de serviço, das que não difamam ou caluniam e apenas usam informações reais para desconstruir adversários, até aquelas que inventam o tipo de armamento.

Em uma entrevista que diz com o diretor de uma empresa especializada na construção de reputações na internet, ele explicou que fora dos períodos eleitorais, trabalha para grandes marcas que querem construir a reputação de seus produtos junto ao público na rede usando esses perfis falsos. Ou seja, as corporações já possuem acesso a algumas dessas empresas. Basta um aditivo ao contrato para que “serviços de outra natureza” sejam prestados no segundo semestre deste ano.

E, falo por experiência própria de quem já sofreu difamações dessa natureza, que a atuação de algumas “consultorias digitais” contratadas por grandes grupos empresariais fazem um serviço sujo e de difícil detecção.

A primeira experiência de eleições sem doações corporativas e institucionais também pode ser marcada pelo estabelecimento de uma guerra campal sem nome ou rosto na rede. Talvez financiada, em parte, pelas mesmas corporações e instituições com o objetivo de manterem seu vínculo com determinado candidato. E o controle sobre a coisa pública.

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11
jan

Facebook aponta 4 tendências do marketig digital

11 de janeiro de 2014

São Paulo – Em 2013, o Facebook manteve-se no centro das estratégias de publicidadedigital, uma plataforma indispensável no planejamento das marcas. No aquecimento do ano que se inicia, a rede social, atualmente com 1,19 bilhão de usuários ativos mensais no mundo, deu um vislumbre das tendências que devem pautar o setor nos meses adiante.

As afirmações são de Brian Boland, vice-presidente de marketing de produto do Facebook, em artigo divulgado pela rede social e originalmente publicado no Economic Times. Confira os destaques das opiniões apresentadas pelo executivo:

1. Internet também é massa “O termo ‘mídia social’ será usado cada vez menos”, explica Boland. A expressão ficará obsoleta na medida em que o mercado publicitário (e as marcas) entenderem que plataformas digitais já são veículos de massa.

“A internet está evoluindo para ser um dos meios com maior impacto quando o assunto é engajamento em escala, e capaz de atender aos objetivos de negócio dos anunciantes”, complementa o executivo.

2. Todos os horários são nobres O horário nobre será todas as horas, todos os dias, uma vez que o tempo gasto na rede só aumenta. As marcas agora podem alcançar pessoas com conteúdo extremamente relevante a qualquer hora, em qualquer lugar e em grande escala.

“A simples verdade é que as marcas são uma parte importante da vida cotidiana. As pessoas gastam mais tempo em seus dispositivos móveis e em plataformas digitais do que em qualquer outra mídia”, explica Boland.

 

Fonte: Revista Abril

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14
ago

Facebook: Brasil chega a 76 milhões de usuários – mais da metade acessa celular

14 de agosto de 2013

Mais da metade dos usuários do Facebook no Brasil, no México e na Argentina usam celulares e tablets para acessar a rede social, disse nesta quarta-feira (14) a empresa norte-americana, que aposta cada vez mais na monetização das plataformas móveis.

Segundo estatísticas do Facebook, às quais a Reuters teve acesso, o Brasil era o principal mercado latino-americano, com 76 milhões de usuários ativos mensais em 30 de junho, e 57,9% deles se conectava tanto a partir de computadores como por dispositivos móveis.

O último dado que a empresa havia liberado era de março, quando havia 67 milhões de usuários (crescimento de 13,4% em três meses).

Segundo dados de julho da Anatel, há 77,4 milhões de usuários de internet no celular no Brasil.

O país é seguido pelo México, com 47 milhões de usuários mensais, sendo que 74,5% deles conectados também por celulares e tablets. A Argentina tinha 22 milhões de acessos, dos quais 59,1% a partir de dispositivos móveis.

“Esses números têm uma força muito grande em termos de marketing”, disse à Reuters o vice-presidente do Facebook para a América Latina, Alexandre Hohagen. “Queremos conscientizar as empresas de que existe uma oportunidade incrível”.

Paulo Whitaker/Reuters
Alexandre Hohagen, vice-presidente do Facebook na América Latina
Alexandre Hohagen, vice-presidente do Facebook na região

Esta é a primeira vez que o Facebook divulga cifras de usuários, em um esforço para ajudar os anunciantes a compreender melhor o alcance de sua plataforma e competir mais de frente com a televisão.

E os números sugerem que a América Latina –com cerca de 200 milhões de usuários ou 18% da base global– é uma região de acelerado crescimento para a companhia de Menlo Park, Califórnia.

Todos os dias, 61,4% dos usuários ativos mensais nos três maiores mercados da região conectam-se à rede social. Isso representa uma audiência de 47 milhões de brasileiros, 28 milhões de mexicanos e 14 milhões de argentinos.

“A porcentagem é significativamente mais alta que a média dos outros países”, disse Hohagen.

“Em termos de construção de marca para nossos clientes, isso tem uma relevância enorme”, completou. “Não há outro meio que tenha essa capacidade de chegar a tanta gente em um só dia”.

Segundo dados divulgados na terça-feira, os Estados Unidos têm 179 milhões de usuários ativos mensais e 128 milhões diários. Os números mostram também que a Índia tirou o lugar do Brasil como segundo maior usuário global do Facebook, com 82 milhões, mas apenas 34 milhões se conectam diariamente.

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08
ago

Facebook: internautas mostram influência do botão curtir

08 de agosto de 2013

A quantidade de “curtidas” em um conteúdo na internet é um fator com maior poder sobre a influência na opinião do internauta do que a qualidade do conteúdo em si. Esta é uma das conclusões de um estudo feito por pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos, conforme noticiou o jornal “The New York Times” nesta quinta-feira (8).

A pesquisa também mostra que os cliques em botões de aprovação, como “curtir”, do Facebook ,  ou “gostei”, do YouTube, podem até aumentar diante de uma opinião negativa, ou um “não gostei”.

Chamada “Influência Social Diagonal: Uma Experiência Randomizada”, a pesquisa avaliou o comportamento de milhares de pessoas lendo comentários on-line. Segundo os pesquisadores, basta um empurrãozinho positivo para desencadear uma onda de aprovação na rede.

Sinan K. Aral, professor de tecnologia da informação do MIT – que também atua na área de pesquisas do jornal “The New York Times” – em conjunto com pesquisadores da Universidade Hebraica, de Jerusalém, e da Universidade de Nova York, avaliou um site verdadeiro, no qual internautas recomendam artigos e criam um ranking de conteúdos.

No site, cujo nome não foi revelado, os leitores podem comentar e votar nos comentários de outros internautas, que são ranqueados de acordo com o volume de votos – positivos ou negativos.

No experimento, os pesquisadores passaram a incluir votos falsos nos primeiros comentários, sendo a maioria (4.049) de votos positivos contra 1.942 negativos. A primeira pessoa a ler um comentário com voto ‘falso’ positivo tinha 32% mais chances de ‘curtir’ o comentário também.

“Nossa sociedade está contando, cada vez mais, com as opiniões digitalizadas de outras pessoas para tomar decisões. Nós, portanto, concebemos e analisamos um experimento randomizado em larga escala em um site de notícias com agregador social para investigar se o conhecimento de tais agregadores distorce a tomada de decisões”, diz o sumário do estudo publicado no site da revista Nature.

A conclusão põe em cheque a credibilidade de serviços baseados em opiniões de usuários como o Yelp, de recomendação de restaurantes, e a Amazon. Por outro lado, os resultados dão dicas que como campanhas de marketing podem gerar impressões positivas sobre seus produtos.

“Este é certamente um estudo provocativo” disse ao “New York Times” o professor de Economia da Universidade de Stanford, Matthew O. Jackson, que não está envolvido diretamente na pesquisa.

Fonte: G1

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08
ago

Marco Internet: Neutralidade da rede é inegociável

08 de agosto de 2013

O relator da proposta do marco civil da internet, deputado Alessandro Molon (PT-RJ), afirmou nesta quarta-feira (7) que o princípio da neutralidade da rede contido na proposta é inegociável e intocável. O texto prevê que provedores de conexão deem tratamento isonômico a todos os dados que circulam na rede. “Vou lutar pela neutralidade até o fim”, disse em audiência pública na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática sobre a proposta.

 

PARA ENTENDER

O que é o marco civil?
Projeto de lei que estabelece “princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da internet no Brasil”. As determinações do projeto dizem respeito aos usuários de internet, os provedores de conexão, provadores de conteúdo e o governo.
Quais são dos direitos e garantias estabelecidos pelo marco civil?
Os destaques do projeto são: o direito à privacidade, o sigilo das comunicações (salvo em casos de ordem judicial), direito a não suspensão da conexão, a manutenção da qualidade contratada da conexão e informações claras e completas sobre coleta, uso, tratamento e proteção de dados pessoais

O deputado afirmou ainda que o princípio é o “coração do projeto”. Ele disse que também são inegociáveis os pilares de liberdade de expressão e privacidade. Segundo ele, a proposta deve continuar contendo apenas princípios para o uso da internet, sem regras detalhadas. “É uma espécie de Constituição da internet”, explicou. Segundo ele, o projeto conta com o apoio de parlamentares de todos os partidos.

‘Internet fatiada’
“É preciso garantir a neutralidade da rede, porque ela vem sendo ameaçada por práticas do mercado, por ofertas de internet fatiada.” Ele ressaltou que a neutralidade não impede a venda de pacotes com velocidades diferenciadas, mas impede a oferta de serviços diferenciados nos pacotes. “Povão tem direito a e-mail, mas não ao YouTube, não a usar voz sobre IP?”, questionou. “A internet tem de continuar sendo livre e aberta”, completou.

Segundo ele, os provedores de conexão não querem a neutralidade da rede, mas os 80 milhões de internautas a querem. “A Câmara vai ter que decidir se vai atender às preocupações de um setor ou se vai atender aos internautas”, afirmou.

Molon ressaltou ainda que o projeto nasceu de demanda da sociedade civil, embora assinado pelo Poder Executivo. Ele lembrou que o projeto foi escrito pelo Ministério da Justiça, juntamente com a Fundação Getúlio Vargas, e foi colocado em consulta pública – na ocasião, recebeu 2.300 sugestões de emendas e foi modificado antes de ir para o Congresso.

“Fizemos ainda sete audiências públicas, em seis capitais brasileiras, e 60 entidades foram ouvidas. Além disso, o projeto foi colocado em consulta pública novamente na plataforma e-Democracia”, complementou.

Privacidade e liberdade de expressão
Conforme o relator, a privacidade do internauta também está ameaçada hoje. “A tecnologia permite hoje um nível de controle do indivíduo que é muito arriscado para a democracia. O marco civil avança na proteção da privacidade, tornando certas práticas ilícitas.”

Molon ressaltou que hoje também não existem regras que definem a responsabilidade do provedor de aplicação sobre comentários publicados pelos usuários. “Hoje quem decide é o Judiciário, e as decisões judiciais são divergentes”, disse. “O marco civil deixa claro que, a partir de que momento em que houver ordem judicial para remover o conteúdo, a responsabilidade sobre ele passa a ser também do provedor”, destacou.

 

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23
ago

Após 25 anos, homens são libertados graças a post no Facebook

23 de agosto de 2012

Os irmãos Raymond e Thomas Highers, de 46 anos, foram liberados da prisão do Condado de Wayne, em Ohio, nos Estados Unidos, na última semana graças a um post no Facebook. Detidos há cerca de 25 anos por suspeita de homicídio, os dois homens ganharam o direito de pagar fiança de US$ 10 mil (R$ 20 mil) cada para deixar a cadeia – graças a uma publicação de uma vizinha deles na época do crime na rede social.

Irmãos comemoram chance de serem liberados da cadeia (Foto: Reprodução)Irmãos comemoram chance de serem liberados da
cadeia (Foto: Reprodução)

O caso é um tanto quanto curioso. Os homens haviam sido condenados à prisão perpétua por terem assassinado um traficante de drogas que vivia em Detroit, no ano de 1987. Mas agora, duas décadas e meia depois, uma mulher identificada como Mary Evans postou na rede social uma notícia sobre o ocorrido, chamou a atenção de supostas testemunhas não conhecidas do caso e deu início a uma grande reviravolta na vida dos irmãos.

“Os últimos dias foram como um furacão”, resumiu Thomas Highers.

Segundo a rede de notícias CNN, um homem que teria morado com o tal traficante foi encontrado e afirmou que “quatro homens negros” teriam invadido a casa para assassinar o rapaz. O detalhe é que Raymond e Thomas Highers são brancos. O depoimento desta nova testemunha foi o bastante para os advogados de defesa dos irmãos entrarem com um pedido de outro julgamento.

“Esses homens sempre se disseram inocentes e agora, finalmente, por causa do Facebook, foram encontradas testemunhas do que aconteceu. As informações são de credibilidade e muito importantes”, afirmou Janet Napp, advogada dos irmãos.

O juiz Lawrence Talon aceitou e marcou a audiência para o próximo dia 29 de agosto. Até lá, ambos aguardam em liberdade a sentença – depois de terem pago US$ 10 mil (R$ 20 mil) cada de fiança. E a expectativa é de que Raymond e Thomas sejam inocentados de vez no próximo julgamento – vinte e cinco anos depois.

“Conheço eles há alguns anos, mais de uma década, e nunca mentiram sobre nada para mim. Eles constantemente diziam que eram inocentes”, revelou Carol Howes, delegada da Lakeland Correctional Facility, onde os irmãos cumpriram a primeira metade da sentença.

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11
ago

Juiz manda fechar Facebook em todo o País por irregularidade eleitoral

11 de agosto de 2012

A rede social Facebook poderá ter que suspender o acesso dos usuários em todo o País por 24 horas por descumprimento de uma liminar.

No final da tarde desta sexta, o Facebook apresentou ao juiz da 13ª Zona Eleitoral de Florianópolis, Luiz Felipe Siegert Schuch, autor da decisão, um pedido de reconsideração. O juiz ainda analisa o caso, que só deve ser decidido na próxima segunda-feira (13).

Se a decisão do juiz for mantida, o Facebook deverá interromper o acesso à rede social e apresentar a informação de que o site está fora do ar por descumprir a legislação eleitoral. Se essa determinação não for atendida, a empresa terá que pagar multa diária de R$ 50 mil e o prazo de suspensão do Facebook no País será duplicado.

De acordo com a decisão, o Facebook descumpriu uma liminar anterior que determinou que fosse retirada do ar a página “Reage Praia Mole”. A suspensão foi solicitada pelo vereador Dalmo Deusdedit Menezes (PP), de Florianópolis, que concorre à reeleição. O parlamentar argumentou que houve veiculação de “material depreciativo” contra ele, feita de maneira anônima por um usuário. O juiz eleitoral também determinou a identificação das pessoas que criaram a página no Facebook.

Segundo o TRE-SC, o Facebook poderá recorrer ao tribunal regional ou ainda ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A assessoria de imprensa do Facebook no Brasil informou que ainda aguarda um posicionamento oficial da sede, na Califórnia (Estados Unidos), para se manifestar.

 

Fonte: Terra.com.br

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02
ago

Facebook revela: 83 milhões de usuários são fakes

02 de agosto de 2012

O Facebook tem regras para evitar a criação de contas falsas na rede social. No entanto, isso não vem ajudando em muita coisa.

De acordo com um relatório divulgado pela própria empresa, que acaba de alcançar a marca de 955 milhões de usuários, uma parcela de 8,7% de seu público é formada por fakes. Ou seja, um total de 83,09 milhões, praticamente um a cada 11 perfis criados no site é falso.

Foi feita uma análise minuciosa dos perfis de usuários. O estudo revelou que 4,8% dos usuários, por exemplo, têm perfis duplicados. São quase 45 milhões de contas repetidas. Há ainda as páginas de instituições ou animais, que são classificadas como pessoas por seus donos. Nesta ramificação, são 21 milhões de usuários. Completam a lista os usuários “indesejados”, que violam algum tipo de regra dos termos de uso do Facebook.

Há uma enorme preocupação de Mark Zuckerberg e da empresa com estes dados. Afinal, a página teme que os usuários fakes sejam um entrave para a relação dos anunciantes com a empresa. Recentemente, inclusive, outra pesquisa revelou que 80% dos cliques em anúncios na rede social seriam falsos. Ou seja, gerados por robôs ou programas maliciosos.

Vale lembrar que o Facebook tem medidas para evitar a criação de fakes e um sistema de denúncias relativamente eficiente. No entanto, a quantidade de perfis falsos segue crescendo na página. Resta saber quais serão as atitudes que a companhia vai tomar para tentar fazer com que isso não atrapalhe seus negócios.

Via CNET

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21
jun

Candidatos compram perfis de usuários do Twitter e fãs para o Facebook

21 de junho de 2012

Em busca de votos e popularidade na internet, pré-candidatos nas eleições deste ano tentam adquirir perfis já consolidados nas redes sociais, o que pode ser considerado crime eleitoral. No Twitter, é possível encontrar comentários que relatam as propostas comerciais dos políticos. O Facebook também é alvo dos pré-candidatos. Empresas oferecem serviços que têm como objetivo popularizar a página do político por meio de anúncios na rede social.

Segundo Alberto Rollo, advogado especializado em direito eleitoral, a compra de perfis ou seguidores pode acarretar em problemas legais. ”Se o candidato vai aumentar número de seguidores ou fãs de forma fraudulenta está havendo um descompasso com que a lei diz, pois ela não permite fraudes”, afirmou Rollo.

“Existe o risco? Existe, mas e daí?”, diz responsável por agência

No Twitter, por exemplo, a estratégia dos políticos é substituir o nome da conta com os usuários que já seguem a página. Dessa forma, as pessoas que já acompanham o perfil que foi comercializado passam a receber as atualizações do novo dono, sem saber da troca de propriedade.

Pelo Twitter, dois usuários falaram de propostas de compra de seus perfis na rede social para políticos e partidos. Encontrados pelo UOL, eles preferiram não comentar o caso e pediram para não ser identificados. Um deles, morador de Juazeiro do Norte (CE), cidade com cerca de 250 mil habitantes, tem 1.219 seguidores –até a publicação desta reportagem.

Os políticos também podem usar recursos artificiais para aumentar o número de seguidores –os chamados “scripts”.

Por meio de uma ferramenta, usuários passam a seguir automaticamente perfis aleatórios e inflam o total de pessoas que recebem seu conteúdo e suas atualizações. Os “scripts” gratuitos, por sua vez, publicam automaticamente mensagens nas páginas de quem fez uso do recurso.

Candidato da Força

Uma dessas mensagens apareceu no Twitter do pré-candidato do PDT à Prefeitura de São Paulo, Paulinho da Força, mas logo em seguida foi apagada. O pré-candidato informou, por meio de assessoria de imprensa, ter conhecimento do texto publicado, mas garantiu que não houve uso dessas ferramentas.

 

Facebook

A reportagem do UOL entrou em contato com uma agência de comunicação e se apresentou como responsável pela campanha de um candidato. Um funcionário da agência  informou que um político do Recife, por exemplo, conseguiu 30 mil novos fãs em cerca de um mês após o início da intervenção de seus profissionais na página do Facebook. Em outro contato telefônico, agora com uma empresa especializada em marketing digital, o responsável pela empresa informou que são usadas estratégias para burlar as limitações da legislação e fazer anúncios no Facebook para popularizar a página do político. “Existe o risco? Existe. Estão reclamando? Estão. Tem um monte de gente reclamando, mas e daí?”, declarou o funcionário que se apresentou como responsável pelo negócio.

Pacotes de usuários que podem virar fãs ou seguidores também são vendidos. Adquirir mais 10 mil pessoas na página custa R$ 290, por exemplo. Outra estratégia é criar perfis falsos, que passam a ser fãs das páginas dos políticos, gerando uma falsa popularidade das páginas.

Embora seja um método fácil de aumentar os números das páginas das redes sociais, as ações podem não trazer benefícios para quem as pratica, dizem especialistas.

Para Sandra Turchi, professora do curso marketing para marketing eleitoral, “não adianta ter uma base enorme de seguidores fictícia, que não são reais seguidores”. De acordo com a especialista, o ideal é que o candidato se prepare meses antes do período eleitoral já fazendo ações e estabelecendo comunicação pelos perfis.

“Vender anúncios não é permitido. Em uma situação dessas, um candidato, coligação partido ou o Ministério Público podem entrar com uma representação junto ao TRE [Tribunal Regional Eleitoral] contra quem estiver fazendo isso e denunciando a campanha fraudulenta, desde que prove”, afirma Rollo.

A multa por ações indevidas nas redes sociais variam de R$ 5 mil a R$ 25 mil. A propaganda eleitoral é permitida a partir de 6 de julho. Antes disso, manifestações em redes sociais podem ser consideradas como propaganda eleitoral antecipada e também acarretar em multas.

 

Fonte: uol

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20
jun

Anonymous ataca sites ligados ao governo em protesto contra a Rio+20

20 de junho de 2012

 

Páginas da Rio+20, da ONU e do Incra sofreram ataques.
Em vídeo, coletivo pede ‘reflexão’ sobre as negociações.

O movimento ativista hacker Anonymous iniciou a operação “#OPHackInRio” nesta quarta-feira (20), assumindo a autoria de ataques que picharam e dificultaram o acesso a sites do governo, da ONU e da Rio+20. Os sites invadidos foram substituídos por uma página trazendo um vídeo do coletivo, também publicado nesta quarta. Páginas de prefeituras, do Incra e da Polícia de Tocantins estão entre as comprometidas pelo grupo. Já o site da Organização das Nações Unidas (ONU) e da Rio+20 apresentaram dificuldades no acesso.

O site da ONU no Brasil, segundo o grupo hacker no Twitter, foi atacado e ficou fora do ar por volta das 16h45 desta quarta-feira. Já o da Rio+20, segundo o G1 apurou, apresentou dificuldade de acessos, mas o problema foi corrigido por volta das 17h20.

Durante o final de semana dos dias 16 e 17 de junho, outros ataques já haviam sido direcionados ao site da conferência. As medidas de defesa adotadas pelo site tornaram a página indisponível em alguns locais fora do Brasil.

Em mensagem no Twitter, o grupo hacker disse que o Centro de Operações do Exército para a Rio+20 “é uma piada muito engraçada”. O Exército formou uma parceria com com o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), responsável pelo site do evento para evitar este tipo de ataques.

O G1 procurou o Comitê de Ciberdefesa do Exército, mas não obteve resposta sobre os ataques até o momento.

Protesto do Anonymous
O vídeo fala da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20 e pede uma “reflexão” sobre o encontro e as negações realizadas pelos líderes mundiais. “Anonymous observa que, com o passar dos anos, reuniões e mais reuniões de líderes mundiais são feitas numa tentativa de resolver os problemas que na maioria das vezes são criados por eles”, diz a voz robotizada no vídeo.

O coletivo pede que a população se envolva nos processos e participe da tomada de decisões. “Se você acredita que os lideres mundiais vão mudar o mundo é hora de abrir os seus olhos. Você e apenas você tem a arma para fazer a mudança neste país”, afirma a mensagem. Até a publicação desta reportagem, 23 sites já haviam sido comprometidos.

Fonte: G1

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